Ozônio como Modulador da Reabsorção e Resposta Inflamatória em Hérnia de Núcleo Pulposo Extrudado. Revisando Conceitos
- Agência BEUP Marketing
- 6 de ago. de 2025
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O artigo explora o mecanismo de ação da ozonoterapia no tratamento de hérnias de disco extrusadas. O artigo sugere que o ozônio modula a resposta imune para facilitar a reabsorção do material herniado, em vez de atuar apenas na desidratação do disco.
Principais pontos abordados:
O ozônio é utilizado no tratamento de hérnia de disco há mais de quatro décadas, mas a sua aceitação pela comunidade médica ainda é limitada.
A hérnia de disco extrusado ocorre quando o núcleo pulposo se comprime através de um rasgo no anel fibroso. O sistema imunológico do corpo o considera um invasor estranho, o que desencadeia uma resposta imune e inflamatória.
O ozônio modula essa resposta imune ao ativar macrófagos para realizar a fagocitose (reabsorção) do núcleo pulposo extrudado.
O ozônio também facilitaria a transição de macrófagos da fase inflamatória (M1), que causa dor, para a fase reparadora (M2), que alivia os sintomas da dor.
A ozonoterapia segue o princípio da hormese, onde doses baixas apresentam alta eficácia, que diminui com o aumento da concentração, e doses muito altas podem ser tóxicas.
A injeção intradiscal de ozônio tem um resultado positivo em 70-80% dos pacientes.
Conclusão:O estudo sugere que o ozônio atua como um modulador da resposta imunológica e inflamatória do corpo, ativando macrófagos para reabsorver o material herniado do disco e facilitando a transição de um estado inflamatório para um estado de reparo. Esses mecanismos justificam o uso da ozonioterapia como uma terapia minimamente invasiva para o tratamento da hérnia de disco extrusada.
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