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Efeitos do ozônio sobre células mononucleares de sangue periférico isoladas

  • Foto do escritor: Agência BEUP Marketing
    Agência BEUP Marketing
  • 6 de ago. de 2025
  • 1 min de leitura

Este artigo apresenta um estudo sobre os efeitos biológicos da ozonização do sangue, em particular os seus efeitos na função das células mononucleares do sangue periférico (PBMCs). O estudo investiga como o ozônio, um potente agente oxidante, pode induzir uma resposta antioxidante adaptativa no corpo.


Principais pontos abordados:

  • O ozônio pode ser usado clinicamente para tratar várias doenças e tem efeitos moduladores no sistema imunológico.

  • Em certas concentrações, o ozônio pode ativar as células mononucleares, que são cruciais na resposta imune.

  • O estudo demonstrou que o ozônio em doses e concentrações específicas aumenta a expressão de citocinas, como o fator de necrose tumoral-alfa (TNF-α), o que indica uma ativação imunológica.

  • O tratamento com ozônio pode induzir uma resposta adaptativa de estresse oxidativo, onde as células aumentam sua defesa antioxidante contra futuras agressões oxidativas.

  • Os resultados sugerem que as células mononucleares podem ter um papel central na mediação dos efeitos biológicos da ozonoterapia sistêmica.


Conclusão:O estudo demonstra que a ozonoterapia pode modular a função das células imunológicas, em particular as PBMCs, e induzir uma resposta adaptativa ao estresse oxidativo. Essa modulação do sistema imunológico e a regulação da resposta antioxidante apoiam o uso da ozonoterapia como uma terapia complementar com potenciais benefícios na medicina.


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