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Ozonoterapia: Evidência Clínica e Básica de Seu Potencial Terapêutico

  • Foto do escritor: Agência BEUP Marketing
    Agência BEUP Marketing
  • 6 de ago. de 2025
  • 1 min de leitura

Este artigo apresenta uma revisão ampla das evidências clínicas e experimentais sobre o potencial terapêutico da ozonioterapia, explorando seus mecanismos de ação e aplicações em diversas condições médicas.


Principais pontos abordados:

  • A ozonioterapia atua por meio de efeitos bioquímicos indiretos, como a ativação do sistema antioxidante endógeno e a modulação da resposta inflamatória.

  • Estudos demonstram benefícios em condições como dor lombar, osteoartrite, feridas crônicas, doenças vasculares, hepatites virais, doenças autoimunes e até câncer, quando usada como terapia complementar.

  • A administração do ozônio pode ser feita por diversas vias (sistêmica, local, intra-articular, retal, etc.), sendo essencial o controle rigoroso da dosagem para garantir eficácia e segurança.

  • Os mecanismos incluem a liberação de citocinas anti-inflamatórias, aumento da oxigenação tecidual, melhora da microcirculação e indução de hormese oxidativa (estresse oxidativo controlado que ativa mecanismos de defesa).

  • A toxicidade do ozônio é relacionada ao modo e à concentração de administração; quando usado de forma adequada, apresenta baixo risco de efeitos adversos.


A revisão conclui que a ozonioterapia tem amplo potencial terapêutico, sustentado por evidências clínicas e experimentais, e deve ser considerada como ferramenta complementar segura e eficaz, especialmente em contextos onde tratamentos convencionais são limitados ou ineficazes.


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